O talvez dos meus medos me corroem,
Afogado em uma profunda incerteza,
Abstenho-me da beleza,
E me deleito nas duvidas que me destroem.
Afogado em uma profunda incerteza,
Abstenho-me da beleza,
E me deleito nas duvidas que me destroem.
Quero e não quero acreditar,
No que talvez não passe de uma ilusão,
remetendo a uma decisão, de sim ou não.
E a fatalidade de um ridículo errar.
Nada mais que comparações infinitas,
Repetidas em todas as suas probabilidades,
Esculpidas por diversas verdades,
Atirando em posições tão Distintas
De uma mente simples e impotente?
De um raciocínio analítico potente?
Ambas fracassadas por serem indefinidas.
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