Representações simplificadas,
Do que se é.
Limitadas em conceitos,
Desesperadamente perdidas,
Em seus falhos julgamentos.
Do que se é.
Limitadas em conceitos,
Desesperadamente perdidas,
Em seus falhos julgamentos.
Nem por um instante,
Elas podem traduzir,
Até o mais simples pensamento.
Sua dependência infantil,
Por equivocadas traduções,
É o que lhe traz a sua insignificância,
de sua vã compreensão.
Daquilo que verdadeiramente é.
Daquilo que pulsa e vibra dentro de nós.
Nossa tão necessária limitação.
Nossa triste simplificação.
De uma explosão mental,
De sentimentos, conceitos.
E tudo mais que existe aqui.
Uma tradução ínfima,
e longa,
Para o que se sente em um milésimo.
Uma redução daquilo que somos,
Em meros conceitinhos pré-definidos.
É horrível ser limitado pela linguagem,
Mas pra minha tristeza ou alegria.
É o que temos.
E antes isso do que nada!
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